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Oi Oi leitores lindos e perfeitos! Eu sou a Demon-chan e vou de FÉRIAS!!! Por isso antes de partir achei que era melhor trazer-vos mais um capitulo ;)
P.S.: Carrol é o autor de "Alice no País das Maravilhas" (e não se preocupem que já não coloco mais nomes estranhos)
(Quando consegue finalmente abrir os olhos tem de os esfregar muitas vezes para ter a certeza de que ainda não estava a dormir.)
Á sua frente estava algo que ele já tinha visto antes, mas apenas na sua mente. Com longos cabelos que pareciam ter sido pintados pelo pôr-do-sol e que suavemente lhe tocavam nas longas e finas pernas tapadas por uma pequena saia e algumas ligaduras. Olhos cor de fogo que queimavam-no por dentro, tamanha era a intensidade com que o fixavam. E nas costas duas asas com um aspeto tão frágil que pareciam ter sido esculpidas em vidro e repletas de intrincados pequenos desenhos. Porém uma das assas era diferente como se tivesse sido cortada, como um desenho inacabado. Mas nem isso lhe parecia um defeito. Á sua frente estava uma criatura com tanta beleza que até chegava a ser pecado ser vista por alguém como ele. À sua frente estava a sua fada!
P.S.: Carrol é o autor de "Alice no País das Maravilhas" (e não se preocupem que já não coloco mais nomes estranhos)
(Quando consegue finalmente abrir os olhos tem de os esfregar muitas vezes para ter a certeza de que ainda não estava a dormir.)
Á sua frente estava algo que ele já tinha visto antes, mas apenas na sua mente. Com longos cabelos que pareciam ter sido pintados pelo pôr-do-sol e que suavemente lhe tocavam nas longas e finas pernas tapadas por uma pequena saia e algumas ligaduras. Olhos cor de fogo que queimavam-no por dentro, tamanha era a intensidade com que o fixavam. E nas costas duas asas com um aspeto tão frágil que pareciam ter sido esculpidas em vidro e repletas de intrincados pequenos desenhos. Porém uma das assas era diferente como se tivesse sido cortada, como um desenho inacabado. Mas nem isso lhe parecia um defeito. Á sua frente estava uma criatura com tanta beleza que até chegava a ser pecado ser vista por alguém como ele. À sua frente estava a sua fada!
- Porque te espantas tanto? Afinal foste tu
que me criaste! – apesar de dita com um tom frio a voz dela pareciam sinos
- O que... que é que queres di… dizer com
isso? – gaguejou o rapaz
- Tu não és o Arima Takashi? Então foste tu
que me criaste! Enquanto estavas com a tua irmã... não te lembras?
- Não te percebo…
- Vocês humanos são mesmo uns estúpidos! É
incrível como acreditam que alguém da vossa espécie possa escrever!
- Isso não é verdade – o jovem sentiu que
devia defender a sua espécie – Nós não somos nenhuns idiotas, qualquer um
ficaria confuso nesta situação! E por acaso sabemos escrever e muito bem!
Começamos a aprender desde de pequeninos.
- Hahahaha – o seu riso ecoou por todo lado e
era tão límpido e contagiante que Takashi teve que se conter para não começar a
rir também – Mas até que são engraçados. Isso não é escrever. Juntar as letras
umas às outras não é escrever! Não, quando tu juntas suspiros, risos, lágrimas,
paisagens e uma quantidade infinita de sentimentos aí, e só aí, é que tu
escreves.
- Então estás a falar de histórias! Também
temos grandes escritores como Shakespeare e Carrol!
- O teu sentido de humor é ótimo! – disse ela
por entre risos - Vocês humanos chegam aqui e pensam que são reis do mundo, que
criaram mil e uma maravilhas e contos mais belos que outra coisa qualquer.
Então eu pergunto-te: se um pintor fizer um retrato de uma paisagem, ele criou
a paisagem?
- Bem… não, mas o que é que isso tem haver?
- Eu explico-te: Aqui é o Mundo dos Contos. O
sítio para onde vem tudo que alguma vez foi pensado. Quando se imagina alguma
criatura ou lugar eles vêm para aqui com o aspeto personalidade e vida com que
a pessoa os inventou – então é que o rapaz olha com mais atenção há sua volta.
Encontrava-se num pequeno quarto vazio feito de pedras (como os de antigamente)
onde estava existiam duas janelas que davam para um exterior verdejante coberto
por árvores e flores com um perfume tão doce que era como se tivesse um
rebuçado na boca – Os humanos que mais contribuem para o nosso crescimento, que
imaginam mais coisas, são presenteados com a possibilidade de vir aqui e serem
escritores (não existe uma única pessoa que tenha publicado um livro sem antes
vir aqui). Escolhem entre as muitas criaturas existentes as que serão
personagens e depois colocam-nas no local que preferirem, depois a única
coisa que têm de fazer é relatar tudo o
que vê.
- Queres dizer que todas as histórias já
aconteceram? Que, por exemplo, o Pinóquio anda para aí? Que tudo o que se passa
nas história foram vocês que fizeram e não simples invenções da mente? Que vou
ser escritor?
- Sim. Sim. Sim. E mais ou menos.
- Como assim mais ou menos?
- Eu estou farta que seres como os humanos
venham aqui nos tratem como cobaias e no fim fiquem com os louros todos! Então
eu decidi raptar o próximo escritor que cá viesse torná-lo uma personagem e
escrever eu uma história!
Um Conto De Verdade - 2º capítulo
Oi oi pessoas que não comentam! Eu sou a Demon-chan e também devia comentar mais -_-', este lindo blog já tem quase 30 seguidores então quero ver mais comentários, pois eu também vou começar a comentar mais ;) !! E como prometido aqui está o 1º capitulo da fic: Um Conto De Verdade
P.S: os nomes que vos vão aparecer logo no inicio (Grimm, Anderson, Perrault) são nomes de escritores de famosos contos de fada
P.S: os nomes que vos vão aparecer logo no inicio (Grimm, Anderson, Perrault) são nomes de escritores de famosos contos de fada
Falsos! São todos uns falsos! Os irmãos Grimm,
Anderson, Perrault, … todos eles! Não passam de uns grandes mentirosos! Dizem
que foram eles que criaram aquelas histórias todas… como se algum humano fosse
capaz de criar algo tão belo como esses contos! Veem para aqui observam nos
como se fossemos ratos de laboratório e depois escrevem os relatórios e
chamam-lhes contos de fada! Mas se os contos são das fadas não deveriam ser
elas a escreve-los?
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- Takashi! Takashi-kun!
- Hum?
- Estavas outra vez a sonhar acordado?!
- Isso não é verdade… - retorquiu um
rapaz de cabelos negros como o carvão e de 16 anos
- Então como é que após 10 minutos do toque
ainda continuas na sala?
- Porque… - ele não tinha resposta para o seu
amigo
- Tu devias mesmo parar com esse hábito de
imaginares histórias a todos os segundos!
- Mas tu sabes que eu quero ser escritor!
- Sim, sim … já mo disseste 1825 vezes!
- Como é que sabe quantas vezes foram?
- Porque mo dizes todos os dias e nós já nos
conhecemos há 5 anos e isso dá 1825 dias!
- Como esperado do maior génio do mundo :
Souji-kun!
- Não exageres – diz o rapaz enquanto ajeitava
os óculos. Apesar de terem a mesma idade Takashi era muito mais alto que o seu
amigo. – Mas vamos lá!
- O melhor aluno não quer ficar na escola?
Acho que ainda estou a sonhar!
- Para com isso… - exige o jovem enquanto
corre atrás do amigo que já se dirigia para o portão da escola.
O dia estava solarengo aquele típico tempo que
te faz sonhar com as férias que estão a chegar, com as idas á praia, as saídas
com os amigos, com os banhos de sol! Takashi imaginava especialmente as tardes
que passaria com a sua pequena irmãzinha. Ela estava internada por causa de um
acidente que sofrera há alguns meses. O rapaz visitava-a sempre que podia e com
ele levava os contos que ela adorava ouvir, porém passado um bocado ela já os
sabia todos decore então o seu irmão começou e contar os que ele inventava.
- Tchau!
- Tchau, até amanhã. – despediram-se os dois
amigos
A casa parecia tão fria mesmo com o sol
brilhante lá fora. Faltava-lhe calor humano. Com os pais divorciados e a
trabalhar até tarde, a irmãzinha no hospital a casa de Takashi parecia
totalmente abandonada.
- 19.00h! Ainda é um bocado cedo, acho que vou para o meu quarto, talvez
escreva alguma coisa… - afirmou o rapaz para ninguém.
O seu quarto era no andar acima, não era muito grande com uma cama e um
pequeno armário e um a secretária virada para janela. Mas o que tornava aquele
pedacinho do mundo especial eram as paredes! Estavam repletas de desenhos! O
jovem para além de escrever também desenhava muito bem e tinha colado todos os
seus desenhos nas quatro paredes do quarto. Quando lá se entrava era como se
estivesses num conto de fadas com criaturas fantásticas por todo o lado, e
paisagens de encantar com árvores enormes onde se escondiam pequenas criaturas
ou lagos para as sereias!
O estudante pegou no seu bloco de desenhos e começou
a desenhar a personagem de um conto já há um tempo citado:
-Quero
uma história para mais crescidos, já não sou uma criança! -exigira a pequena
Jun, e como o seu irmão fazia tudo o que ela pedia começou:
-Era
uma vez uma fada que era diferente de todas as outras…
-
Porquê?
-
Porque esta fada era malévola! Ela era a mais temível assassina. Diziam que os
seus olhos vermelhos refletiam todo o sangue ela tinha derramado. Ela não era
capaz de sentir amor por ninguém.
- Mas porque é que ela era tão má?
- Porque ela era sozinha.
- Sozinha?
- Sim! Ela tinha perdido os pais quando era
muito pequena e como nascera com cabelos e olhos escarlates ninguém se cria
aproximar dela pois pensavam que ela estava amaldiçoada. Então para sobreviver
começou a trabalhar como mercenária…
Conforme se lembrava daquele momento os
seus dedos moviam-se e desenhavam aquela fada amaldiçoada. E não demorou muito
para que, aquecido pelo calor trazido pelo sol do exterior, Takashi adormecesse.
- Acorda! Acorda! Até quando pensas dormir? -
o jovem estava a ser balançado de um lado para outro enquanto alguém o tentavam
despertar.
- Já acordei, já acordei… - exclamou ele ainda
ensonado.
Quando consegue finalmente abrir os olhos tem
de os esfregar muitas vezes para ter a certeza de que ainda não esta a dormir.
Um Conto De Verdade - 1º capitulo
Oi oi leitores lindos >/////////< eu sou a Demon-chan e esta é uma das fic's de que eu falei. Espero despertar-vos curiosidade de a ler e caso isso aconteça não se preocupem pois o primeiro capitulo vem já na segunda-feira ou então na terça-feira no máximo, pois eu sou a rainha dos atrasos por isso nunca se sabe o que pode acontecer ;).
Género
Fantasia, Romance, Ação
Indicação
Sem classificação
Sinopse
Estava uma tarde solarenga, daquelas que sempre me faz sonhar e imaginar mil histórias, mas isso é normal visto que quero ser escritor. Porém nem nos meus sonhos mais loucos eu pensei que iria encontrar-me com uma das minhas "criações", muito menos com esta.
Género
Fantasia, Romance, Ação
Indicação
Sem classificação
Sinopse
Estava uma tarde solarenga, daquelas que sempre me faz sonhar e imaginar mil histórias, mas isso é normal visto que quero ser escritor. Porém nem nos meus sonhos mais loucos eu pensei que iria encontrar-me com uma das minhas "criações", muito menos com esta.


