Oi! A Misa voltou. Estive ausente e foi uma falha minha. Posso no entanto dizer que escrevi nesse tempo. A última postagem foi a 19 de setembro. Isto anda parado... Eu compreendo as razões. Mas agora eu voltei e as histórias vão continuar. A minha e da Flávia vai finalmente ser postada aqui. Sim. Ela voltou ^^ Espero que gostem, nós estamos a adorar escreve-la. A sinopse sai já a seguir para quem tiver curioso.
Como o título diz vou fazer uma recomendação de um blog que por acaso eu gosto muito. Tem conteúdo BL (yaoi) e adulto. A Mel e todas as outras escritoras escrevem muito bem e as histórias são muito bem elaboradas também. É difícil - para quem gosta do género - não viciar.
Como o título diz vou fazer uma recomendação de um blog que por acaso eu gosto muito. Tem conteúdo BL (yaoi) e adulto. A Mel e todas as outras escritoras escrevem muito bem e as histórias são muito bem elaboradas também. É difícil - para quem gosta do género - não viciar.
No início o blog não era centrado no género, mas a Mel começou a entusiasmar-se mais a escrever sobre yaoi e ficou. O blog foi ganhado novas escritoras com o tempo e é a Mel que se encarrega de tudo. Se disse algo de errado corrijam-me. Andaria muitas mais vezes por lá se o tempo deixasse. É a vida ^^"
O blog é este: Yaoi Tales. É só carregar.
Foi a primeira recomendação do blog e vai direita para a página das parcerias/recomendações se a Mel-san não se importar. Haverão muitas mais recomendações, mas primeiro tenho de falar com os donos.
Escritoras do OS não desistam. Eu sei que a escola também não ajuda, mas com vontade tudo se faz. A minhas aulas não tardam chegam. Para quem não sabe entrei num curso chamado Construção e Administração de Websites. Sim... É irónico, mas acho também que será uma ótima experiência.
O blog é este: Yaoi Tales. É só carregar.
Foi a primeira recomendação do blog e vai direita para a página das parcerias/recomendações se a Mel-san não se importar. Haverão muitas mais recomendações, mas primeiro tenho de falar com os donos.
Escritoras do OS não desistam. Eu sei que a escola também não ajuda, mas com vontade tudo se faz. A minhas aulas não tardam chegam. Para quem não sabe entrei num curso chamado Construção e Administração de Websites. Sim... É irónico, mas acho também que será uma ótima experiência.
Agora vou preparar o post da nova fic.
Espero o vosso retorno :)
Espero o vosso retorno :)
Diário do Blog #3 (Retorno e Primeira Recomendação!)
A chuva continuava a cair sem dar tréguas e não havia previsão de melhoria. Sendo assim, a organização do concurso decretara um empate para este ano, dando o título de "melhor circo" tanto ao circo de Luka como ao de Ruka.
O descontentamento dos outros circos fora notável mas nenhum se atreveu a criticar a decisão.
Ruka guardava a estátua do prémio na sua caravana enquanto dava uma limpeza nos restantes troféus e medalhas.
Olhando agora para trás não se recordava de quantos anos passara desde que formara o circo. No inicio trabalhava com a sua irmã gémea, Luka, gerindo um pequeno espectáculo de rua, mas assim que despertaram os seus poderes optaram por não ficar muito tempo no mesmo sitio e criaram um circo. Algumas desavenças levaram ao estado atual, cada uma com o seu negócio e cada uma na sua demanda.
O som de batidas na porta desperta-a do seu estado de nostalgia. Fechando o armário dos troféus dirige-se à porta.
- Sabia que estavas aqui. - Cumprimenta um homem alegremente.
- Oh, és tu Mark. Entra.
- Estás assim tão desapontada por me ver? Feris-te o meu orgulho.
Ruka sorri levemente e oferece-lhe um chá.
- O que fazes aqui?
- Estive a preparar o meu novo número mas não consegui. Sai mais mágico, no bom sentido da palavra, do que "ilusionistico".
Mark era o mágico, ilusionista, da trupe de Ruka. Apesar da sua beleza exterior e porte atlético a sua idade era enganadora. Talvez fosse uma das muitas influências dos poderes dos mistérios.
- Compreendo. Peço perdão. - Desculpa-se Ruka soprando para a chávena.
- Não precisas pedir perdão. Escolhemos estar aqui de livre vontade.
- Mark, não quero ser grosseira nem rude, mas já te disse que não desejo que me confortes.
- Tu sabes que eu...
- É por saber que te digo. O que me pedes não terá futuro. Nem eu sei o que o destino me reserva. - A mulher lança um longo suspiro tristonho.
Mark sorri em sinal de compaixão e leva a mão à face de Luka, mão essa que é afastada delicadamente com um olhar de pedido de compreensão.
O ilusionista levanta-se e encaminha-se até à porta. Antes de sair tira uma rosa da manga do casaco e pousa-a numa mesinha à entrada. Podia ser um truque cliché. mas era carregado de sentimentos.
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| Mark |
Os 14 mistérios da noite - Noite 3
Oi oi! Desculpem a demora, ainda estive a fazer a betagem do meu próprio capítulo ^^" Estava a pensar em fazer um banner para o capítulo, mas ainda não terminei, quando terminar, posto, oki? Até lá, vou deixar a capa da fic. Espero que gostem (: *postagem editada* Já coloquei o banner o/
- Parvalhão!
- Bola de Pêlo!
- Param com isso?! - Gritou a Fada dos Dentes, elevando a voz, de modo a afagar a minha e a do Coelhinho. - Sinceramente... Pensei que no fim de o Jack se tornar oficialmente um Guardião o vosso comportamento iria melhorar! Como podem estar sempre a discutir?! - Levou vagarosamente a mão à testa. - Por favor, é dia e noite e eu não posso estar sempre a parar isto, aliás: Norte!
Norte virou-se para ela, com um comboio de madeira nas mãos.
- Eu não posso estar sempre fora. As minhas fadinhas tomam conta das coisas, mas precisam de mim. Estas reuniões não podem ser constantes, se é só por causa do Jack e do Coelho...
- Fada, teoricamente se não fosse aqui a bola de neve, estaria tudo resolvido o quanto antes. - Falou o Coelho com tom de voz grave.
- Bola de neve? Prefiro ser bola de neve do que bola de pelo. - Sorri de lado, no exacto momento que o Coelho colocou os olhos em cima de mim.
- O que é qu-
- Chega! - Gritou a Fada. Eu e o Coelho olhámos para ela automaticamente. - Já chega.
- A Fada tem razão: vocês não podem estar sempre a discutir. As vossas discussões estão a causar danos nas crianças... elas estão a ficar doentes, com medo, onde algumas acreditam em vocês com receio, elas não se sentem tão seguras...
Abaixei a cabeça em sinal de derrota. Norte tinha razão: por muito que me custasse, tinha que deixar de responder para o Coelho. As nossas discussões estavam a ficar piores cada dia e isso transmitia-se nas crianças por todo o mundo: estavam a ficar fracas.
Agora que finalmente era um Guardião, tinha o meu título a defender. As crianças finalmente estavam a acreditar em mim, mas por causa das discussões e afrontes com o Páscoa, elas acreditavam com medo, quase como eu me tivesse a tornar no Pitch... Abanei a cabeça, afastando os pensamentos. A alguns anos atrás, quando ainda não era um Guardião, eu e os restos dos Guardiões derrotámos o Pitch, claro, com a ajuda de algumas crianças. Pitch era mais conhecido como o "bicho-papão", era aquele que trazia medo, receio e pesadelos às crianças. Primeiro ele andava nas trevas, só, mas quando teve força novamente, voltou e levou-nos o Sandman e só depois de uma reviravolta, é que o voltamos a ter e então tudo fico bem... bem, mais ou menos. Claro que no fim de me tornar Guardião algumas coisas mudaram, aliás, muitas coisas mudaram: sentia-me com mais energia - por crianças acreditar em mim, no qual, acho que é o único aspecto que se aproveita de ser Guardião, pois, tinhamos estas reuniões constantes, se as crianças deixassem de acreditar em mim eu morria, o Coelho sempre em cima de mim, mais umas quantas coisas. Sorte que o meu centro é a diversão! Mesmo com os meus afazeres, sempre me conseguia divertir, especialmente, na cara do Coelhinho!
- Rapazes, vamos lá! Olhem os danos que estão a causar... É mesmo isto que querem? - Contnuava Norte, enquanto o Sandman estava ao seu lado a apoiar. - Tentem manter a calma.
Olhei para a Fada que estava com os braços na cintura, em pleno ar. Os olhos dela eram um roxo brilhante, que não se encontrava em nenhum dos humanos, o seu corpo era coberto por mil e uma cor, o que fazia com que todas as crianças a adorassem. Mas, falando assim, até parece perfeita, só que não é: ela tem uma estranha obecção por dentes. Sim, sendo a Fada dos Dentes, é normal que goste de dentes, mas... é demasiado. Não existe quase nenhum dia em que ela não me rasgue a boca para apreciar os meus dentes.
- Está bem, está bem... Nós vamos parar, não é? - Falou Coelho, enquanto se voltava para mim.
- Sim... - acenti ao fim de algum tempo.
- Ótimo! Está tudo resolvido então! - E esfergou as patas como se o negócio estivesse fechado.
- Falem a sério! Não quero isto de novo... - A Fada disse.
Olhei para ela, ainda em silêncio. Quanto menos dissesse, melhor seria para conter o meu riso, mas a Fada parece saber quando estou prestes a rir, pois sempre olha para mim de mãos na cintura e de olhos arregalados.
- Jack?!
- Sim, está bem. Prometo que vou tentar... não discutir tanto com ele. - E apontei para o bola de pêlo.
- Ótimo! - Falou Norte, estalando os dedos e imensos duendes apareceram. Ah, não! Cada vez que acontecia alguma coisa, Norte sempre fazia uma festa de celebração.
- Eu vou andando... - Falei e pulei para a janela do escritório do Norte.
- Espera, Jack! - Voltei-me para trás assim que ouvi a voz da Fada. - Onde vais?
Senti uma sensação a abalar no coração, fazendo-me tremer desde o topo da cabeça até à ponta dos pés e sorri. - Ela está a precisar de ajuda. - E saí dali para fora, mas ainda consegui ouvir o Coelho a resmungar algo como "Ele é sempre a mesma coisa".
Sorri novamente, sempre adorava quando ele ficava para aquelas festas e eu sempre saía.
- Ahaha. - Ri.
Fechei os olhos e deixei o vento levar-me até Elayne.
Norte virou-se para ela, com um comboio de madeira nas mãos.
- Eu não posso estar sempre fora. As minhas fadinhas tomam conta das coisas, mas precisam de mim. Estas reuniões não podem ser constantes, se é só por causa do Jack e do Coelho...
- Fada, teoricamente se não fosse aqui a bola de neve, estaria tudo resolvido o quanto antes. - Falou o Coelho com tom de voz grave.
- Bola de neve? Prefiro ser bola de neve do que bola de pelo. - Sorri de lado, no exacto momento que o Coelho colocou os olhos em cima de mim.
- O que é qu-
- Chega! - Gritou a Fada. Eu e o Coelho olhámos para ela automaticamente. - Já chega.
- A Fada tem razão: vocês não podem estar sempre a discutir. As vossas discussões estão a causar danos nas crianças... elas estão a ficar doentes, com medo, onde algumas acreditam em vocês com receio, elas não se sentem tão seguras...
Abaixei a cabeça em sinal de derrota. Norte tinha razão: por muito que me custasse, tinha que deixar de responder para o Coelho. As nossas discussões estavam a ficar piores cada dia e isso transmitia-se nas crianças por todo o mundo: estavam a ficar fracas.
Agora que finalmente era um Guardião, tinha o meu título a defender. As crianças finalmente estavam a acreditar em mim, mas por causa das discussões e afrontes com o Páscoa, elas acreditavam com medo, quase como eu me tivesse a tornar no Pitch... Abanei a cabeça, afastando os pensamentos. A alguns anos atrás, quando ainda não era um Guardião, eu e os restos dos Guardiões derrotámos o Pitch, claro, com a ajuda de algumas crianças. Pitch era mais conhecido como o "bicho-papão", era aquele que trazia medo, receio e pesadelos às crianças. Primeiro ele andava nas trevas, só, mas quando teve força novamente, voltou e levou-nos o Sandman e só depois de uma reviravolta, é que o voltamos a ter e então tudo fico bem... bem, mais ou menos. Claro que no fim de me tornar Guardião algumas coisas mudaram, aliás, muitas coisas mudaram: sentia-me com mais energia - por crianças acreditar em mim, no qual, acho que é o único aspecto que se aproveita de ser Guardião, pois, tinhamos estas reuniões constantes, se as crianças deixassem de acreditar em mim eu morria, o Coelho sempre em cima de mim, mais umas quantas coisas. Sorte que o meu centro é a diversão! Mesmo com os meus afazeres, sempre me conseguia divertir, especialmente, na cara do Coelhinho!
- Rapazes, vamos lá! Olhem os danos que estão a causar... É mesmo isto que querem? - Contnuava Norte, enquanto o Sandman estava ao seu lado a apoiar. - Tentem manter a calma.
Olhei para a Fada que estava com os braços na cintura, em pleno ar. Os olhos dela eram um roxo brilhante, que não se encontrava em nenhum dos humanos, o seu corpo era coberto por mil e uma cor, o que fazia com que todas as crianças a adorassem. Mas, falando assim, até parece perfeita, só que não é: ela tem uma estranha obecção por dentes. Sim, sendo a Fada dos Dentes, é normal que goste de dentes, mas... é demasiado. Não existe quase nenhum dia em que ela não me rasgue a boca para apreciar os meus dentes.
- Está bem, está bem... Nós vamos parar, não é? - Falou Coelho, enquanto se voltava para mim.
- Sim... - acenti ao fim de algum tempo.
- Ótimo! Está tudo resolvido então! - E esfergou as patas como se o negócio estivesse fechado.
- Falem a sério! Não quero isto de novo... - A Fada disse.
Olhei para ela, ainda em silêncio. Quanto menos dissesse, melhor seria para conter o meu riso, mas a Fada parece saber quando estou prestes a rir, pois sempre olha para mim de mãos na cintura e de olhos arregalados.
- Jack?!
- Sim, está bem. Prometo que vou tentar... não discutir tanto com ele. - E apontei para o bola de pêlo.
- Ótimo! - Falou Norte, estalando os dedos e imensos duendes apareceram. Ah, não! Cada vez que acontecia alguma coisa, Norte sempre fazia uma festa de celebração.
- Eu vou andando... - Falei e pulei para a janela do escritório do Norte.
- Espera, Jack! - Voltei-me para trás assim que ouvi a voz da Fada. - Onde vais?
Senti uma sensação a abalar no coração, fazendo-me tremer desde o topo da cabeça até à ponta dos pés e sorri. - Ela está a precisar de ajuda. - E saí dali para fora, mas ainda consegui ouvir o Coelho a resmungar algo como "Ele é sempre a mesma coisa".
Sorri novamente, sempre adorava quando ele ficava para aquelas festas e eu sempre saía.
- Ahaha. - Ri.
Fechei os olhos e deixei o vento levar-me até Elayne.
A Vida com Ele e Ela - Prólogo
Continuação da fic da Juliana =D Peço desculpa por não ter postado no dia em que recebi. Nota da autora: Desculpem-me, por favor. Poderia inventar um milhão de desculpas, mas a verdade é somente que andei sem tempo e criatividade (péssima combinação, não?) Espero que não abandonem a fic, embora pareça que a própria autora tenha desaparecido. Sinto muito, do fundo do meu coração, não sou pontual e muito menos consigo escrever por muito tempo, por isso posso acabar decepcionando-os, não é? Bem, acho que só postarei com frequência nas férias... desculpem-me de novo... Ah, sim, estou "caçando" mais músicas para colocá-las na fanfic.
3º Capítulo:
A Nova Escola
Realmente, não entendo aquilo que os pais dizem: “você ainda vai sentir muitas saudades disso tudo, ah, que saudades da minha época de escola”, hum, é mesmo? Então por que não volta? Falar é muito fácil.
A verdade é que a escola é uma porcaria. Você é julgado e intitulado de diversas coisas e maneiras logo após que entra, é uma disputa social mesquinha e idiota onde, infelizmente, ninguém está a salvo. E como se ser adolescente não bastasse você é obrigado a passar quatro horas com outros adolescente e, muitos deles, que não tem um temperamento ou atitudes muito bons.
Logo meu único objetivo era tirar nota suficiente para sair o quanto antes daquela instituição maldita, onde tudo que prova é que estamos desperdiçando nossas vidas para tentar conseguir coisas desnecessárias.
Embora eu pense tudo isso sobre as escolas sempre sou vista a admitir a importância da educação, entretanto, o que me irrita são as pessoas, e não o lugar e as atividades em si.
Suspirei.
Desci as escadas calmamente após o meu longo banho. Coloquei calça jeans e camiseta – sei lá se tinha uniforme ou não.
- Oh, meu Deus, você vai assim? – indagou minha mãe, tentando disfarçar seu tom frustrado e pasmo, lado da mesa, já montada com um delicioso café da manhã.
- Sim...?
Ela logo parou e voltou a sorrir.
- Ah, ok.
Minha mãe sempre evitou qualquer tipo de discussão comigo, então, sempre cedeu de primeira. Isso é tedioso.
Sentei-me e coloquei duas (mentira, na verdade um monte de) colheres de Toddy (N/A: Não, eu não preciso fazer merchandagem aqui!) achocolatado em um copo cheio de leite e passei misturar, enquanto colocava duas rosquinhas no prato.
Comi em silêncio, enquanto tentava imaginar que tipo de pessoas ia encontrar lá.
Dizem, não sei se é verdade, que as pessoas de escolas municipais são mais “malucas” do que as de particulares. Se bem que eu também não sei definir como eram as de particulares. Em minha opinião, serão todos as mesmas coisas. Chatos.
Terminei. Passei a observar minha mãe, sentada, agora, a cadeira a minha frente, com um enorme sorriso. Acho que ela estava mais ansiosa que eu, sim ou certeza?
- Bem, vamos! Ah! Você está voltando para a escola! Eu lembro da primeira vez em que eu entrei no colégio, pela porta da frente, já te contei que foi lá que conheci sue pai? Meu Deus! Quantas lembranças...
Enquanto ela falava isso, me passava a mochila e me acompanhava até o carro. E eu si pensava: “e daí? Quem liga, por favor, só pare de falar... isso não pode durar para semp-“.
- Não se preocupe! Te conto o resto no caminho – completou enquanto apertava o botão para abrir o portão e dava ré no quarto.
Ai, Meu, Deus. Sério mesmo?
Coloquei os fones e passei a imaginar qualquer besteira janela a fora, isso não a impediu de continuar falando e, se não me engano foi uma das últimas coisas que ouvi antes de imaginar que o carro era perseguido por trolls, “dicas” de como me virar num colégio municipal.
Quando chegamos, ela me deixou na porta e eu desci do carro. A escola era mesmo muito GRANDE! Não parecia assim no planfleto, é lógico que não iria ser “qualquer” colégio – nunca é qualquer coisa com minha mãe – era o mais antigo e com história da cidade, mas, mesmo assim, esse lugar é gigante.
As escadas de pedra levavam a um enorme portão de ferro e, pouco depois, uma construção de tijolos vermelhos. Notei que era cercado por flores, árvores, gramado e etc com alguns caminhos de cimento.
Passei a observar ao redor. Mais pessoas chegavam, brincavam e conversavam em grupos.
Fiquei nervosa.
- Está tudo em sua mochila, qualquer duvida pergunte na secretaria, tenho uma reunião importante agora se acontecer qualquer coisa,qualquer coisa mesmo, me ligue.
E lá se foi minha mãe, fiquei a observar seu Ford Fiesta 2014 a virar a esquina, senti-me jogada ao relento e a própria sorte. Ok, drama, eu sei, mas fazia tanto tempo que ia a escola que, sinceramente, me senti mal, de certo modo, era como se estivesse sendo obrigada – até porque estava- a fazer algo que não queria e fingir ser alguém que não sou eu.
Acho que no final isso é o resumo da vida de um colegial.
Poderia escrever um livro: Eu, e minha neuras. Com mais de 100 motivos pelos quais eu não queria voltar para a escola, na verdade, essa é uma boa ideia, quem sabe eu não escreva um livro mesmo e vire uma grande e renomada escri-
- Tábata Guizzo?
Oh, de novo? Ao me virar, dei de cara com uma mulher de vestido verde musgo, saltos altos scarpin pretos, talvez por ela ser baixa, e cabelos castanhos presos num coque alto. Sua feição demonstrava preocupação e, estranhamente, bondade. Sorria, seus lábios estavam um pouco rosas (batom?) e seus olhos verdes claros estavam escondidos por detrás de um óculos grosso e preto.
- Sou Amélia, a secretária da diretora, sinto muito, ela está muito ocupada para recebê-la como é de costume... espero que possa acolhe-la da maneira apropriada.
Percebi que continuava com meu olhar de completo tédio e tentei mudar a expressão para algo mais alegre, entretanto, eu notei que eu não estava alegre, e, no meio dessa “notação” toda, pude chegar a conclusão de que continuaria com aquela expressão.
- Bem vinda a nossa escola! Venha, me acompanhe! – disse de maneira doce, e tornou a tagarelar enquanto entravamos pelo portão andávamos lado a lado, atravessando o grande hall de entrada/recepção - as aulas já vão começar, sinto lhe dizer que não poderei acompanhá-la para mostrar o campus, mas arranjarei alguém o possa fazê-lo!
Ela falava, e falava, e falava mais um pouco, e tudo que eu ouvia era: blá, blá, blá, ah! E também um pouco de blá.
Andávamos por um longo corredor, o assoalho de madeira e cortinar brancas nas longas janelas de um lado e do outro muitas portas de madeira, detalhadas em dourado. Respirei fundo e meus pulmões foram inundados pelo odor de coisa velha.
Quando comecei a pensar em me sentar e tirar um cochilo, ela virou para me observar – forcei um sorriso – e logo abriu um largo sorriso.
- Esta é sua sala – pouso a mão em uma maçaneta de madeira -Tenho certeza de que vai se adaptar logo.
Eu ia começar a dizer: NÃO FAÇA ISSO, POR FAVOR, NÃO ABRA ESSA PORTA! Mas ela foi mais rápida, e, quando notei, todos lá dentro começaram a me encarar. Contei, mentalmente, que havia mais sou menos vinte alunos. O professor, um velho de terno de giz marrom claro e chapéu de coco na mão, passou a me observar assim como o restante da sala. Ele tinha o cabelo cor de palha com muitos fios brancos e olhos negros, sua expressão estava séria e pude sentir um pouco de desgosto pela intromissão em sua aula em seu tom de voz ao dizer:
- O que a traz aqui?
Fiquei em silêncio e com uma pequena pitada de pânico.
- Oh, sim, está é a nova aluna.
Poderia desmaiar ali mesmo, ou sair correndo para um lugar qualquer o mais longe possível.
- Bem, entre logo então.
Mas tudo que fiz foi respirar fundo. E ir me sentar a carteira ao lado da janela, na última fileira dos fundos. Seguida pelos malditos olhares que já começaram a me analisar.
Encarei uma loirinha da penúltima carteira, em frente a minha, ela desviou o olhar e passou a observar a janela.
Perguntava-me por quanto tempo conseguiria manter a sanidade naquele lugar.
Sweet Dreams Cap. 3
Hoje é dia de festa! Duas postadoras fazem anos! Sim, elas estão as duas no Other Side e fazem anos no mesmo dia. Quem diria, não é?
Essas escritoras são a Miki-chan e a Nidia-chan :3
Essas escritoras são a Miki-chan e a Nidia-chan :3
Parabéns às duas!! Que comece a festa!
Cake everywhere!
Um presente para vocês!
Escolham o que querem de presente, dentro das minhas capacidades, e eu vou enviarei por mail ^^
Hora da fotografia!
Eheh
Tudo de bom para vocês! Que seja um dia tão especial quanto vocês. Beijos.
Parabéns Miki-chan e Nidia-chan!!
Olá pandinhas! Como vão? Eu sou a Kuro Miki-chan, a nova escritora aqui do blog! Espero que gostem de mim e da minha fanfic! Tenho um bloguito (este aqui: ♥) e posto em outro (este aqui: ♥). Minha fanfic chama-se : "As aparências enganam" (Shutsuen wa azamuku-sa), e aqui vai a sinopse! Espero que gostem!






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