A lua lá fora era quase impercetível. Devido às más condições climatéricas o final do concurso fora adiado até que o tempo cede-se e permiti-se realizar o espetáculo.
  Tocava as doze badaladas, que eram abafadas pelo som da chuva a cair lá fora, e os circos aproveitavam para descansar e também aperfeiçoar os seus números.
  No circo de Luka o silêncio havia sido substituído por risos e conversas animadas. Um grupo de trapezistas e ilusionistas encontrava-se nos bastidores a jogar poker. Como as tatuagens já eram visíveis eles preferiam não sair das suas relotes ou não ir para fora da tenda.
  Uma jovem alta e esguia, usando um simples vestido branco, passeava-se pelo circo esgueirando-se dos obstáculos como se fosse feita de plasticina. Os seus olhos brilhavam no escuro como um predador à espera da sua presa..
  - Ei Nikki, queres juntar-te a nós? - Pergunta o grupo do poker avistando a rapariga.
  Ela acena negativamente e sorri como agradecimento pelo convite voltando a afastar-se.
  O seu caminho continua.
  Luka estava encostada numa trave, que sustentava a tenda, a observar a noite enquanto o fumo do seu cachimbo espiralava em direção ao céu.
  - Boa noite Nikki. - Cumprimenta a mestra.
  A rapariga sorri. Uma pontada de tristeza notava-se mesmo por detrás do deslumbrante sorriso.
  - Estás à procura dele não é?
  As faces de Nikki ruborizam.
  - Sei o que sentes. Mas sabes que ele não toma apenas conta de ti.
  A tristeza finalmente transparece na face clara dela.
  - Mesmo com a minha influência não posso prometer que o vosso amor vá dar certo. - O fumo serpenteia e forma um coração partido. - Mas posso dizer-te onde ele está agora.
  Um brilho renasce nos olhos predadores da rapariga.
  Com um sorriso da parte de Luka um homem jovem aparece vindo do exterior. Nikki corre e abraça-o.
  - O que se passa minha pequena? - Pergunta o homem afagando o cabelo dela.
  Ela sorri e beija-o na face. Luka encara o sol a nascer no horizonte.
  O fumo começa a brilhar e as tatuagens desaparecem.
  Nikki é envolvida por aquele brilho e desaparece. No pescoço do homem encontrava-se embrulhada a piton.
  - Pronto minha Nikki, está na hora de descansar.
Tatuagem que aparece em quem é influenciado pelos poderes dos Mistérios
Nikki

Os 14 mistérios da noite - Noite 2

Posted by : C.C
segunda-feira, agosto 26, 2013
2 Comments
  Oi Oi leitores lindos e perfeitos! Eu sou a Demon-chan e vou de FÉRIAS!!! Por isso antes de partir achei que era melhor trazer-vos mais um capitulo ;)
P.S.: Carrol é o autor de "Alice no País das Maravilhas" (e não se preocupem que já não coloco mais nomes estranhos)



 (Quando consegue finalmente abrir os olhos tem de os esfregar muitas vezes para ter a certeza de que ainda não estava a dormir.)
 Á sua frente estava algo que ele já tinha visto antes, mas apenas na sua mente. Com longos cabelos que pareciam ter sido pintados pelo pôr-do-sol e que suavemente lhe tocavam nas longas e finas pernas tapadas por uma pequena saia e algumas ligaduras. Olhos cor de fogo que queimavam-no por dentro, tamanha era a intensidade com que o fixavam. E nas costas duas asas com um aspeto tão frágil que pareciam ter sido esculpidas em vidro e repletas de intrincados pequenos desenhos. Porém uma das assas era diferente como se tivesse sido cortada, como um desenho inacabado. Mas nem isso lhe parecia um defeito. Á sua frente estava uma criatura com tanta beleza que até chegava a ser pecado ser vista por alguém como ele.  À sua frente estava a sua fada!
 - Porque te espantas tanto? Afinal foste tu que me criaste! – apesar de dita com um tom frio a voz dela pareciam sinos
 - O que... que é que queres di… dizer com isso? – gaguejou o rapaz
 - Tu não és o Arima Takashi? Então foste tu que me criaste! Enquanto estavas com a tua irmã... não te lembras?
 - Não te percebo…
 - Vocês humanos são mesmo uns estúpidos! É incrível como acreditam que alguém da vossa espécie possa escrever!
 - Isso não é verdade – o jovem sentiu que devia defender a sua espécie – Nós não somos nenhuns idiotas, qualquer um ficaria confuso nesta situação! E por acaso sabemos escrever e muito bem! Começamos a aprender desde de pequeninos.
 - Hahahaha – o seu riso ecoou por todo lado e era tão límpido e contagiante que Takashi teve que se conter para não começar a rir também – Mas até que são engraçados. Isso não é escrever. Juntar as letras umas às outras não é escrever! Não, quando tu juntas suspiros, risos, lágrimas, paisagens e uma quantidade infinita de sentimentos aí, e só aí, é que tu escreves.
 - Então estás a falar de histórias! Também temos grandes escritores como Shakespeare e Carrol!
 - O teu sentido de humor é ótimo! – disse ela por entre risos - Vocês humanos chegam aqui e pensam que são reis do mundo, que criaram mil e uma maravilhas e contos mais belos que outra coisa qualquer. Então eu pergunto-te: se um pintor fizer um retrato de uma paisagem, ele criou a paisagem?
 - Bem… não, mas o que é que isso tem haver?
 - Eu explico-te: Aqui é o Mundo dos Contos. O sítio para onde vem tudo que alguma vez foi pensado. Quando se imagina alguma criatura ou lugar eles vêm para aqui com o aspeto personalidade e vida com que a pessoa os inventou – então é que o rapaz olha com mais atenção há sua volta. Encontrava-se num pequeno quarto vazio feito de pedras (como os de antigamente) onde estava existiam duas janelas que davam para um exterior verdejante coberto por árvores e flores com um perfume tão doce que era como se tivesse um rebuçado na boca – Os humanos que mais contribuem para o nosso crescimento, que imaginam mais coisas, são presenteados com a possibilidade de vir aqui e serem escritores (não existe uma única pessoa que tenha publicado um livro sem antes vir aqui). Escolhem entre as muitas criaturas existentes as que serão personagens e depois colocam-nas no local que preferirem, depois a única coisa  que têm de fazer é relatar tudo o que vê.
 - Queres dizer que todas as histórias já aconteceram? Que, por exemplo, o Pinóquio anda para aí? Que tudo o que se passa nas história foram vocês que fizeram e não simples invenções da mente? Que vou ser escritor?
 - Sim. Sim. Sim. E mais ou menos.
 - Como assim mais ou menos?
 - Eu estou farta que seres como os humanos venham aqui nos tratem como cobaias e no fim fiquem com os louros todos! Então eu decidi raptar o próximo escritor que cá viesse torná-lo uma personagem e escrever eu uma história!

Um Conto De Verdade - 2º capítulo

Posted by : Demon-chan
quinta-feira, agosto 22, 2013
0 Comments
 Olá, pessoal, tudo bom com vocês? Aqui está meio parado, não vi mais nenhum capítulo de outras fanfics sendo postados :c
Por isso vim trazer o primeiro capítulo e fiquei feliz de ver que já sei que alguém vai ler a minha fic :)
Bem, pessoal, confiram agora o primeiro capítulo!


 Expulsa de mais uma escola... É sempre assim que eu termino o ano, já foi a quinta desde que me mudei para a casa do meu pai. E para piorar a situação, meu pai decidiu se mudar para a cidade natal dele e é claro tenho que ir junto.
 Desde de que minha mãe desapareceu, meu pai, mudou completamente! Antes ele era divertido, ria de tudo, vivia fazendo brincadeiras e era feliz... Depois? Mudou completamente, vive preocupado, fala que eu só causo problemas, depois que minha mãe se foi, que vai me mandar para um orfanato, vive arranjando motivos para brigar comigo, como quando disse que minha mãe foi embora por culpa minha... Resumindo: ele está infeliz.
 Nunca consegui fazer amigos nas escolas nos últimos cinco anos, nem era porque eu só ficava um ano em cada uma, e sim, porque todos me acham esquisita. Ainda não sei o motivo certo - porque existem vários-, em vez disso, eu arrumo inimigas e brigas! Vamos dizer que eu não tenho sorte nenhuma desde que minha mãe... Bom não preciso falar de novo.
  Minha única companhia é Bllit, meu gatinho que eu ganhei de minha avó antes de seu desaparecimento. Ele é o gato mais carinhoso que eu já tive (ele foi o único que eu tive), um pouco folgado mas fora isso era perfeito... Pra mim! Ele era comprido, quase todo marrom com as patinhas brancas, magrelo e tinha olhos verdes. Quando estou triste, parece que ele sabe, vem direto pra perto de mim e fica se esfregando, fazendo charme. E agora nós dois estamos indo para outra cidade, começar uma nova vida.

 Arrumei minhas últimas coisas em caixas de papelão e malas. Coloquei no caminhão de mudança, peguei Bllit e entrei no carro. Viajamos mais ou menos umas três horas, não falei quase nada o caminho inteiro. Devo ter cochilado umas duas vezes antes de chegarmos. Quando chegamos, sai do carro e parei na frente da porta da nova casa, era grande, arredondada e branca. A casa era azul bebê com dois andares. Entrei e fui pro meu quarto, o caminhão de mudança tinha chegado antes, então meu quarto já estava com algumas das mobílias, as paredes eram roxo claro e o chão era de madeira, fiquei surpresa quando vi um pequeno lustre pendurado. Acho que meu pai estava tentando mudar um pouco as coisas, recomeçar. Mas ainda não estou muito bem com essa nova mudança. Amanhã as aulas começam, legal, mais um lugar para ganhar a fama de esquisita.


  Depois de terminarmos a mudança, meu pai fez o jantar. Estava comendo em silêncio até que ele disse:

- O que achou da casa?
- Ãhn?... Ah, sim, achei legal, bonita... - Eu respondi meio distraída. Então ele continuou:
- E o seu quarto? Gostou?
- Gostei, principalmente do lustre!
- Eu sabia que você ia gostar... Sua mãe que escolheu...
- Espera ai - Eu o interrompi - Mi..Minha mãe???
- É, bem... - Ele demorou um pouco para continuar - ela escolheu antes de... bem, você sabe... então me disse para colocar no seu quarto, só que eu esqueci e como acabamos de nos mudar decidi colocar, pra você ter uma lembrança dela. - Ele sorriu e continuou comendo. Eu voltei a comer com um sorriso no rosto por ficar sabendo disso.

Terminei o jantar e fui pra sala assistir um pouco de televisão. Meu pai se sentou ao meu lado e Bllit se deitou no meu colo e nós ficamos assistindo Marley & Eu.

- Sabe você se parece muito com sua mãe.- Disse ele sorrindo para mim, e era verdade, eu e minha mãe tinhas cabelos castanhos claros ondulados, olhos verdes e nós duas eramos altas. Quando olhava fotos dela, quando pequena, praticamente me via - Não só na aparência. - Ele me deu um sorriso sarcástico e eu bufei, mas fazer o quê? Era verdade, nós duas tínhamos gênios muito fortes e éramos teimosas.
Meu pai olhou o relógio na parede e me avisou:
- Olha só, já são dez horas...Hora de ir pra cama, Mellody!
- Ah, pai... - Eu respondi choramingando.
- Não, nada de "ah, pai" amanha você vai acordar cedo! Agora vá escovar os dentes e pra cama. - Ele me repreendeu com rosto sério, mas com o tom de voz doce. Olhei pra ele com cara feia e disse:
- Tá bom!
 Subi as escadas e fui para o banheiro, escovei os dentes e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, fui até a ponta da escada e disse boa noite ao meu pai, peguei Bllit e fui pro meu quarto. Antes de ir dormir, fiquei deitada olhando para o lustre e pensando em como meu pai estava diferente essa noite, acho que realmente ele quer recomeçar as coisas. 

Acordei com meu pai me sacudindo e dizendo: "Mellody, Mellody... Acorde, está na hora". Acordei, me espreguicei e fui para o banheiro, escovei os dentes e penteei o cabelo, deixei o cabelo solto e como sempre passei meu lápis de olho. Como estava meio frio, coloquei uma calça jeans, uma camiseta  roxa e uma blusa de moletom cinza de zíper,  fechei até o meio e coloquei meu tênis. Desci as escadas e meu pai já tinha feito o café. Antes, coloquei comida e água para Bllit. Peguei torradas e passei geleia nelas, tomei suco e depois comi um bolinho de chocolate. Meu pai me deu carona, parou no portão principal e eu entrei. Antes de chegar dentro da sala de aula, olhei pela janela e vi que estava a maior algazarra, todos os alunos conversando, achei que ninguém ia me perceber... Falei cedo demais, assim que entrei um silêncio absoluto tomou conta da sala e dezenas de olhares se voltaram para mim. Olhei ao redor e procurei uma carteira, sentei na mais próxima, peguei meu livro na mochila e comecei a ler. Alguns murmúrios e risadinhas foram ouvidos e logo depois o professor entrou na sala, era aula de história.

- Bom dia alu... ora, vejam só, uma aluna nova! - Disse o professor me deixando constrangida , e para piorar:
- Olá, sou o professor Carlos, de história, qual seu nome e idade mocinha? - Carlos era alto, com cabelos e olhos castanhos. Ele me encarou sorrindo, esperando uma resposta, percebi que não tinha escapatória, tomei fôlego e disse:
- Mellody, tenho 14 anos.
- Garota bonita!! - Alguém gritou no meio da sala me deixando ainda mais constrangida, comecei a corar.
- Quem disse isso? - Disse o professor olhando em volta na classe, várias risadinhas ecoaram na sala, até que um menino com cabelos encaracolados e olhos castanhos se levantou e disse:
- Fui eu! - Ele me olhou nos olhos e sorriu, fiquei ainda mais corada. Virei para frente e voltei a ler meu livro. Depois disso, a aula foi um tédio! Fiquei desenhando na última folha do meu caderno, já que não tinha nada pra fazer. Até que o professor começou a passar um texto na lousa, comecei a copiar. Então uma aluna atrás de mim reclamou:
- Professor não estou conseguindo ver!
O professor olhou para a menina e depois olhou para mim.
- Mellody, você é muito alta para ficar aqui na frente hum... Jack, troque de lugar com ela.
Olhei pra trás e o menino que ia trocar de lugar comigo sentava lá no fundo. Juntei minhas coisas e fui até lá, se já não bastasse a vergonha que eu tinha passado no começo da aula ficou ainda pior quando eu vi quem sentava do meu lado: o mesmo menino que disse que eu era bonita.
- Oi! - Ele disse assim que eu me sentei, estava sorrindo...E que sorriso!
- Ah, oi. - Eu respondi, ainda meio envergonhada,
- Me chamo Felipe, desculpa por deixar você envergonhada no começo da aula... Bem, eu queria entreter um pouco o pessoal.
- Se entreter quer dizer, deixar os outros sem graça... Então você conseguiu! - Nós dois rimos, mas acho que rimos um pouco alto porque o professor parou de escrever ficou procurando de onde estava vindo a risada. Nós dois abaixamos as cabeças e nos olhamos rindo baixinho.

Na hora do recreio sai quase por último, com Felipe logo atrás de mim.

- E então Mellody, o que está achando da escola? - Ele me perguntou.
- Me chame de Izzy. Bom, ainda estamos no primeiro dia, não tenho muita coisa para achar! - Eu dei um sorriso e ele também - Você já estudava aqui não é?
- Sim, estudo a três anos I-z-z-y... - Disse meu apelido em silabas - Vai gostar daqui, o pessoal é legal, exceto... 
- Olha só, então está é a novata? - Uma garota com cabelos caramelo e olhos castanhos interrompeu Felipe, ela estava com uma calça jeans e uma camiseta regata preta, atrás dela estavam mais quatro garotas, todas com rabos de cavalo e estavam com roupas parecidas com a garota de cabelos caramelo.
- ... Exceto por Sindy e seus clones. - Felipe terminou, falando baixinho perto do meu ouvido.
- O que disse, Felipe?
- Eu? Não disse nada - Ele respondeu, sarcasticamente.
- Bom mesmo! E você novata? Não fala, não? - Ela disse com tom sério e me olhando com frieza.
- Ah... Oi, sou Mellody. - Estendi a mão achando que ela iria apertar, mas Sindy só me olhou com cara de nojo e me mediu da cabeça aos pés.
- Hunf... Você não tinha nada melhor para vestir? - Assim que disse isso os "clones" dela riram de mim, eu já estava ficando furiosa, já lidei com garotas desse tipo e eu não ia aturar mais uma!
- Escuta aqui Sindy, eu visto o que eu quero e o problema é meu! - Disse aquilo com toda a vontade que eu tinha.
- Está querendo me enfrentar?
- Bom, se a carapuça serve... - Eu já estava nariz a nariz com aquela patricinha idiota.
- Uou, meninas, chega com isso, certo? - Felipe entrou no meio de nós duas e nos separou.
- Ah, então você tem que apelar pro amiguinho, Mellody? - Ela disse meu nome com tom de nojo, me tirando do sério, eu dei um passo a frente, pronta para bater nela, mas Felipe me segurou.
- Chega, Sindy. - Felipe olhou para ela com olhar sério.
- Ok, nos vemos depois novata... Vamos meninas. - Ela virou e saiu andando seguidas por seus clones.
- Ufa...
- Ufa?! Felipe, eu ia acabar com ela porque não deixou?? - Eu disse aquilo com raiva, eu podia ter acabado com ela!
- Olha, eu te livrei de uma tremenda encrenca, mesmo que você acabasse com ela, de qualquer maneira ela iria dar um jeito de fazer você perder, ou se dar mal! - Ele disse aquilo segurando em meus ombros e me olhando nos olhos, não sei porque mais tive uma vontade de abraçá-lo.
- Ta bom, dessa vez está perdoado, mas na próxima...
- Eu deixo você acabar com ela. - Nós dois rimos e fomos para o refeitório. Era grande e espaçoso, com várias mesas espalhadas.
 Pegamos bandejas e começamos a nos servir, depois sentamos em uma mesa com algumas meninas. Ficamos em silêncio enquanto comíamos. O sinal tocou e voltamos para a sala de aula. As duas últimas aulas foram um tédio como as primeiras. Quando deu o sinal para irmos embora, desci as escadas junto com Felipe e nós dois ficamos esperando, sem dizer nada, nossos pais. Assim que meu pai chegou, Sindy e os clones apareceram, eu nem liguei acenei para Felipe e entrei no carro.

Continua...

Entre Amigos & Gatos - 1º Capítulo

Posted by : Neko
quarta-feira, agosto 21, 2013
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Olá, pessoal! Eu sou a nova escritora do blog. Meu perfil é o último da página staff, sou a Neko-san do blog Wonder. E... bem, não tenho muito o que falar sobre mim então vamos á minha fanfic.
Não liguem pro nome, eu provavelmente vou mudar mas até lá vai ficar esse mesmo. Enfim, comecei essa história quando tinha uns 11 anos (hoje tenho 13), e ela sempre foi publicada no próprio blog, que é esse, então, se você segue o blog da própria fanfic, é bem provável que você receba os capítulos antes.
Como eu já tenho 5 capítulos prontos eu vou postando aos poucos, espaço de um ou dois dias entre cada um, porque temos outros escritores né? Hoje eu só vou postar a sinopse porque ainda quero dar uma olhada nas outras fanfics dos escritores daqui :)



Há alguns séculos atrás, houve uma guerra entre o povo de Vérnia e o de Crisalia. Todos acharam que era apenas uma guerra entre eles e que, como sempre, nada vazaria para o outro lado. Estavam enganados. Um feitiço de selamento foi lançado na estrada que ligava os dois reinos, a guerra acabou? Claro. Porém, o feitiço, era tão forte que o mundo humano foi gravemente afetado, causando séries de terremotos e maremotos. O que resultou em uma distorção nos portais que ligavam os mundos, dificultando a travessia e deixando escapar monstros para o mundo humano. Os reis culparam os feiticeiros por tal desastre. Eles ordenaram que todos fossem capturados e mortos. Séculos depois já não havia mais um único feiticeiro vivo... Será mesmo? Depois de uma reviravolta em sua vida, Mellody, é recebida em sua nova cidade por séries de acontecimentos fora da realidade, descobertas sobre sua desaparecida mãe e sua vida passada vem à tona, o que estaria acontecendo com ela? Poderia ela reverter a história escrita à séculos atrás?

Bem, pessoal, por enquanto é só isso, espero manifestações de vocês, hein?
Beeeeijos, Neko!

Oi! + Sinopse: Entre Amigos & Gatos

Posted by : Neko
quinta-feira, agosto 15, 2013
2 Comments
Segunda edição do "Diário do Blog" trazendo para vocês mais uma retrospectiva dos acontecimentos.

Esta semana muitas escritoras começaram a postar. Fico contente. São vocês que fazem o blog... vocês e os leitores. Como a Demon-chan disse e bem, o blog precisa de mais comentários. Comentários = incentivo. Eu vou tentar comentar mais também. Há que dar o exemplo :D
Os comentários deixaram de ser moderados... Não compensa fazer esperar as escritoras.

Neste momento o blog tem 3 histórias ativas. Vale a pena dar uma olhada nas 3. Garanto. Duas já têm a sinopse portanto não tarda o primeiro capítulo aparece. Vou arrumá-los todos no menu para ficar mais acessível.

Estou um pouco muito preocupada com uma pessoa. Desapareceu e eu não tenho notícias dela... Espero que esteja tudo bem. Alguns devem saber quem é... Pois... é a nossa querida administradora... :(

Vou indo... bom resto de dia ou noite para vocês.

Diário do Blog #2

Posted by : •°o.O Misa O.o°•
segunda-feira, agosto 12, 2013
0 Comments
Oi oi pessoas que não comentam! Eu sou a Demon-chan e também devia comentar mais -_-', este lindo blog já tem quase 30 seguidores então quero ver mais comentários, pois eu também vou começar a comentar mais ;) !! E como prometido aqui está o 1º capitulo da fic: Um Conto De Verdade
P.S: os nomes que vos vão aparecer logo no inicio (Grimm, Anderson, Perrault) são nomes de escritores de famosos contos de fada




 Falsos! São todos uns falsos! Os irmãos Grimm, Anderson, Perrault, … todos eles! Não passam de uns grandes mentirosos! Dizem que foram eles que criaram aquelas histórias todas… como se algum humano fosse capaz de criar algo tão belo como esses contos! Veem para aqui observam nos como se fossemos ratos de laboratório e depois escrevem os relatórios e chamam-lhes contos de fada! Mas se os contos são das fadas não deveriam ser elas a escreve-los?
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 - Takashi! Takashi-kun!
 - Hum?
 - Estavas outra vez a sonhar acordado?!
 - Isso não é verdade… - retorquiu um rapaz de cabelos negros como o carvão e de 16 anos
 - Então como é que após 10 minutos do toque ainda continuas na sala?
 - Porque… - ele não tinha resposta para o seu amigo
 - Tu devias mesmo parar com esse hábito de imaginares histórias a todos os segundos!
 - Mas tu sabes que eu quero ser escritor!
 - Sim, sim … já mo disseste 1825 vezes!
 - Como é que sabe quantas vezes foram?
 - Porque mo dizes todos os dias e nós já nos conhecemos há 5 anos e isso dá 1825 dias!
 - Como esperado do maior génio do mundo : Souji-kun!
 - Não exageres – diz o rapaz enquanto ajeitava os óculos. Apesar de terem a mesma idade Takashi era muito mais alto que o seu amigo. – Mas vamos lá!
 - O melhor aluno não quer ficar na escola? Acho que ainda estou a sonhar!
 - Para com isso… - exige o jovem enquanto corre atrás do amigo que já se dirigia para o portão da escola.
 O dia estava solarengo aquele típico tempo que te faz sonhar com as férias que estão a chegar, com as idas á praia, as saídas com os amigos, com os banhos de sol! Takashi imaginava especialmente as tardes que passaria com a sua pequena irmãzinha. Ela estava internada por causa de um acidente que sofrera há alguns meses. O rapaz visitava-a sempre que podia e com ele levava os contos que ela adorava ouvir, porém passado um bocado ela já os sabia todos decore então o seu irmão começou e contar os que ele inventava.
 - Tchau!
 - Tchau, até amanhã. – despediram-se os dois amigos
 A casa parecia tão fria mesmo com o sol brilhante lá fora. Faltava-lhe calor humano. Com os pais divorciados e a trabalhar até tarde, a irmãzinha no hospital a casa de Takashi parecia totalmente abandonada.
  - 19.00h! Ainda é um bocado cedo, acho que vou para o meu quarto, talvez escreva alguma coisa… - afirmou o rapaz para ninguém.
  O seu quarto era no andar acima, não era muito grande com uma cama e um pequeno armário e um a secretária virada para janela. Mas o que tornava aquele pedacinho do mundo especial eram as paredes! Estavam repletas de desenhos! O jovem para além de escrever também desenhava muito bem e tinha colado todos os seus desenhos nas quatro paredes do quarto. Quando lá se entrava era como se estivesses num conto de fadas com criaturas fantásticas por todo o lado, e paisagens de encantar com árvores enormes onde se escondiam pequenas criaturas ou lagos para as sereias!
 O estudante pegou no seu bloco de desenhos e começou a desenhar a personagem de um conto já há um tempo citado:

  -Quero uma história para mais crescidos, já não sou uma criança! -exigira a pequena Jun, e como o seu irmão fazia tudo o que ela pedia começou:
  -Era uma vez uma fada que era diferente de todas as outras…
  - Porquê?
  - Porque esta fada era malévola! Ela era a mais temível assassina. Diziam que os seus olhos vermelhos refletiam todo o sangue ela tinha derramado. Ela não era capaz de sentir amor por ninguém.
 - Mas porque é que ela era tão má?
 - Porque ela era sozinha.
 - Sozinha?
 - Sim! Ela tinha perdido os pais quando era muito pequena e como nascera com cabelos e olhos escarlates ninguém se cria aproximar dela pois pensavam que ela estava amaldiçoada. Então para sobreviver começou a trabalhar como mercenária…

 Conforme se lembrava daquele momento os seus dedos moviam-se e desenhavam aquela fada amaldiçoada. E não demorou muito para que, aquecido pelo calor trazido pelo sol do exterior, Takashi adormecesse.

 - Acorda! Acorda! Até quando pensas dormir? - o jovem estava a ser balançado de um lado para outro enquanto alguém o tentavam despertar.
 - Já acordei, já acordei… - exclamou ele ainda ensonado.
 Quando consegue finalmente abrir os olhos tem de os esfregar muitas vezes para ter a certeza de que ainda não esta a dormir. 


Um Conto De Verdade - 1º capitulo

Posted by : Demon-chan 1 Comment

  Já passava das onze da noite quando os últimos espectadores do concurso se retiraram do espaço reservado aos circos. Enquanto isso uma equipa destinada à limpeza havia começado a limpar o recinto.
  Os circos preparavam-se para dormir e descansar, visto que o dia que se seguia seria muito importante. No mínimo ia ser o confronto do século. Os vencedores, ambos os circos mistério, iriam dar o melhor de si para apurar o mais talentoso. Uma prova renhida.
  O recinto estava no geral silencioso. As doze badaladas que davam a meia-noite fizeram-se ouvir. Tudo parecia normal mas algures numa ponta do recinto uns estranhos brilhos da cor da lua pairavam  no ar saindo das tendas dos circos mistério.
  Um rangido ouve-se. As gaiolas dos animais estavam abertas!
  Ao todo dois tigres, um branco e um de bengala, dois leões, uma pantera e uma piton andavam por aí à solta.
  Dentro de ambas as tendas estava uma mulher a fumar um cachimbo japonês. Era do fumo que os cachimbos expeliam que saiam os brilhos. As duas mulheres eram praticamente iguais, a única coisa que as distinguia era a cor do cabelo. Ambas envergavam vestidos ricamente decorados e encontravam-se sentadas em cadeirões também eles muito elegantes.
  O fumo serpenteava, levado pelo vento, pela tenda espalhando-se até aos membros do circo e deixando para trás um cheiro aromático e doce.
  Tudo parecia brilhar, como se a lua estivesse a irradiar a sua magnifica luz para cada uma daquelas pessoas.
  Um segundo passa e tudo parece na mesma.
  Os animais foragidos aparecem perante as suas mestras. O fumo envolve-os e uma luz ofuscante irradia nas tendas. No lugar dos animais estavam agora pessoas.
  E não eram só estas diferenças. Cada membro dos circos tinha agora a mesma imagem tatuada na testa.
  As mulheres levantam-se das respetivas cadeiras e dirigem-se até à entrada das tendas, que se encontravam frente-a-frente, seguidas dos seus supostos animais.
  - Boa noite mana. - Diz a do cabelo preto que era seguida pelos dois "tigres" e pela "piton".
  - Como sempre a imitar-me Luka. - Responde a de cabelo branco seguido pelos dois "leões" e pela "pantera".
  - Quem deveria dizer isso era eu Ruka.
  Luka e Ruka, gémeas e os Sexto e Décimo mistérios. Duas guardiãs dos mistérios da noite.

Luka e Ruka
P.S: O desenho da tatuagem irá ser feito por mim, por isso espero que aguardem mais um pouco. ^^

Os 14 mistérios da noite - Noite 1

Posted by : C.C
sábado, agosto 10, 2013
6 Comments

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